WCRT3 Comité

Milton Menezes

img_milton.jpg
Presidente

Milton Menezes tem experiência clínica em Terapia de Regressão desde 1994. Ele é o Presidente do "Instituto Vita Continua" (Brasil) que desenvolve pesquisas e oferece programas de treinamento em Terapia de Vidas Passadas em várias cidades do Brasil. Formou-se na Sociedade Brasileira de Terapia de Vidas Passadas e foi fundador e sócio do IBRAPETVP - Instituto Brasileiro de Pesquisa e Terapia de Vidas Passadas - de 1998 a 2003.

Aarti Khosla

img_aarti.jpg

Aarti Khosla faz parte do 1º grupo de Hipnoterapeutas Clínicos e Terapeutas de Regressão a Vidas Passadas Índia, formados pelo Instituto de Hipnose Califórnia da Índia, pelo Dr. Sunny Satin.

Sendo Mestre Reiki & Terapeuta com Cristais vem ministrando seminários de meditação e cura no Reino Unido, Canadá e diferentes cidades da Índia. Qualidades psíquicas a levaram a participar de seminários relacionados à mediunidade no Reino Unido e Gales.

Dorothy M. Neddermeyer

img_dorothy.jpg

Dorothy M. Neddermeyer é especialista internacionalmente reconhecida em prevenção e recuperação de trauma em crianças. É notável por seu trabalho pioneiro de prevenção e recuperação de abuso emocional, físico e sexual.

Hans W. TenDam

img_hans.jpg
Congress Chair 2003

Hans W. TenDam formou-se na Universidade de Amsterdã em Psicologia e Pedagogia. É consultor independente de administração desde 1970, com experiência internacional, trabalha em desenvolvimento de estratégia e renovação organizacional. Seu pensamento estratégico conduziu a se livro: “Humanidade, Civilização & Política. Os Dez Desafios Globais” (veja www.gopherpublishers.com). 

Mario Resende

img_mario.jpg

Mario Resende trabalha como Psicólogo clínico, Terapeuta de Regressão, e é o Vice-Presidente da Associação Luso- Brasileira de Transpessoal, ALUBRAT, onde organiza e administra conferências, seminários e treinamentos.

Sunny Satin

img_sunny.jpg

Tributo a Sunny

Lidar todos os dias com regressão à vidas passadas nos faz relativizar o fenômeno da morte física. Com certeza. Mas não nos impede de lamentar quando deixamos de conviver, pelo menos neste plano da existência humana, com pessoas queridas e colaboradores próximos.